Por Bruna Pauxis | 05/09/2026
Em nota conjunta, entidades como a Coalizão Direitos na Rede, Idec e Lapin alegam que o texto promove “interesses estratégicos” e que as negociações excluíram as entidades da sociedade que estudam o tema.
“Rejeitamos que esse movimento comece pela entrega de benefícios fiscais e privilégios tributários para acelerar a expansão das big techs e outras grandes empresas do setor antes mesmo que o país estabeleça diretrizes adequadas para planejamento territorial, salvaguardas socioambientais e contrapartidas capazes de proteger seus recursos naturais e interesses estratégicos”, escreveram as organizações.
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