Teletime | Entidades apontam preocupações com acesso da população vulnerável à tecnologia 5G

Por Marcos Urupá

“Para Flávia Lefèvre, integrante do Coletivo Intervozes e da Coalizão Direitos na Rede (CDR), os compromissos que as empresas vencedoras do certame assumirão, como contrapartidas, é muito aquém dos altos lucros que as empresas terão com a implementação da tecnologia 5G.

Lefèvre também destacou que a obrigação de conectar as escolas públicas brasileiras, incluída como contrapartida para quem vencer a licitação da faixa de 26 GHz, será toda decidida entre o Grupo de Acompanhamento do Custeio a Projetos de Conectividade de Escolas (GAPE), Ministério da Educação e Anatel, sem participação da sociedade civil. “É um problema grave não ter representação da sociedade civil no grupo de acompanhamento que implementará a conectividade nas escolas”, afirmou.

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